É inegável a importância que a intersecção com públicos diversos possuiu para que o Departamento interativamente alcance seus objetivos de ensino, pesquisa e extensão. Neste sentido, a seguir apresentamos nossa visão estratégica para relacionamento com os diversos stakeholders, considerados seus respectivos ambientes: 

Ambiente FEA

O público mais próximo são os demais Departamentos e áreas funcionais da FEA. Tais públicos impactam nas operações e precisamos desenvolver uma estratégia de parceria, buscando objetivos comuns. São ações como a acreditação AACSB e a interação com demais órgãos e unidades da USP. Somente com parceria podemos unir forças para o alcance destes objetivos. Ainda neste nível FEA, há um público externo, como as entidades FEA Angels e Sempre FEA, com os quais nossa interação deve ser pautada pelos objetivos e valores do Departamento.

Ambiente USP

Ao expandir o alcance das nossas interações com públicos diversos para fora da FEA temos como nível seguinte a própria USP. A estrutura da Universidade pressupõe que haja uma interação continua entre os Departamentos, Unidades e a Gestão Central da Universidade. Esse processo se dá por meio da participação de docentes do EAD nas diversas instâncias decisórias da Universidade, seja nos Conselhos (Graduação, Pós-Graduação, Cultura e Extensão) ou nas próprias Pró-Reitorias ou Agências. Atualmente temos docentes envolvidos como assessores na Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pró-Reitoria de Cultura e Extensão, no Escritório de Carreiras, na AUSPIN. Em cada uma dessas instâncias temos que estar presentes, buscando articular de forma organizada a defesa dos valores e ideais que defendemos. Cabe a próxima gestão atuar e discutir de forma coordenada quais são as pautas que queremos transportar para este outro nível de discussão, reforçando assim o papel do EAD e da FEA na política universitária.

Ambiente FIA

Outro público que historicamente é muito próximo ao Departamento e que proporciona inúmeras oportunidades para consecução dos objetivos do EAD é a FIA. Esta fundação, criada por professores do Departamento há 40 anos, está em constante transformação. A relação com a fundação permite que os docentes exerçam atividades de extensão, que os alunos de graduação e da pós-graduação encontrem oportunidades para desenvolvimento acadêmico e profissional, que o EAD seja suportado financeiramente em diversas atividades que apoiam tanto os docentes, como discentes, em atividades de ensino e pesquisa. É importante que um número cada vez maior de professores faça parte da FIA, atuando na gestão, nos projetos, no direcionamento das suas atividades, sempre defendendo que a proximidade entre as duas instituições traga benefícios mútuos e de longo prazo.

Ambiente Institucional da Área de Administração

Por fim, temos instituições que fazem parte do ambiente acadêmico da Administração e que são pontos centrais para a inserção do Departamento nas discussões que orientam o futuro da profissão e do campo de estudos. Por exemplo, no campo da graduação temos a ANGRAD e no campo da pós-graduação a ANPAD. Consideramos que estes ambientes associativos são importantes para troca de experiências e conhecimento, devendo haver um esforço do Departamento para incentivar, valorizar e suportar a participação de seus docentes nelas. Neste ambiente institucional, há ainda órgãos governamentais, de diferentes esferas de governo, que demandam especial envolvimento do Departamento, tais como a CAPES, CNPq e FAPESP. É estratégico que professores do Departamento atuem nestes órgãos, em diferentes funções, no sentido que seja possível uma interlocução estratégica com os mesmos.

Sociedade em Geral

A integração da Universidade com a sociedade vem sendo cobrada pela sociedade de uma forma cada vez mais intensa. Meramente atender às demandas, de forma reativa, não é suficiente. São necessárias ações proativas em busca desta integração. O potencial de impacto das Universidades na sociedade dependerá muito de sua capacidade de integração com diferentes ações, algumas já pontuadas nesta proposta como diversidade de inclusão. Mas só isto é pouco, é necessário que o Departamento seja capaz de atrair e discutir projetos com entidades da sociedade.